Julia Monteiro
Julia Monteiro
Inteligencia Artificial · 12 de fevereiro de 2019 · 2 min de leitura ·

Com evolução, Inteligência Artificial cria robôs cada vez mais humanizados

Com evolução, Inteligência Artificial cria robôs cada vez mais humanizados

O que você precisa saber

Quem nasceu depois do ano 2000 cresceu em um mundo onde a Inteligência Artificial (IA) está, literalmente, por toda a parte. O conceito de máquinas inteligentes virou sinônimo de excelência em serviço e, principalmente, economia de custo, tanto para instituições financeiras como para lojas de varejo e empresas de telemarketing.

Na última edição da maior feira de tecnologia do mundo, a Consumer Eletronics Show (CES), realizada em janeiro último, foram apresentados robôs inteligentes capazes de realizar atividades impensáveis para uma máquina, como se relacionar com idosos, diagnosticar doenças e, até mesmo, simular emoções.

Um dos maiores (e mais simples) exemplos de popularização das máquinas inteligentes é o aumento crescente de assistentes virtuais no mercado. São agentes de software com capacidade de acessar e processar informações de uma variedade de fontes online que nos auxiliam no dia a dia com informações relevantes, como condições do trânsito ou previsão do tempo.

A onda dos assistentes virtuais começou com a Siri, da Apple, passando para outras versões de grandes corporações como Microsoft e Google, e hoje bancos e lojas de varejo possuem suas versões de assistência inteligente ao usuário. As organizações perceberam que investir em inteligência artificial era primordial para se destacar no mercado.

Cada vez mais, empresas e instituições confiam o primeiro contato de assistência aos chatbots, programas de texto e voz que guiam o usuário pelo atendimento. Baseados em tecnologias de IA, esses bots utilizam computação cognitiva para responder aos questionamentos dos clientes, permitindo às empresas atender milhões de demandas prontamente. 

Essas soluções inteligentes de atendimento são importantes também para coletar informações do usuário, criando um banco de dados completo do cliente. Um exemplo bem-sucedido de uso de IA é a Lu, a assistente virtual do Magazine Luiza, que desde 2003 vem interagindo com os clientes da rede de varejo.

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