Cybercode
Julia Monteiro
Julia Monteiro
Robotica · · 2 min de leitura ·

Eu teria um cachorro robô, e você?

Eu teria um cachorro robô, e você?

O que você precisa saber

Acordar no domingo de manhã e ler um artigo sobre a experiência de uma semana de convívio de com um cachorro robô é um sinal de que o mundo está mudando rápido. O tema não é novo, o que acontece, no entanto, é que ter um robô em casa para fazer companhia já é uma realidade.

Em 1999, a Sony construiu a primeira versão do seu cachorro robô, o Aibo. A novidade foi comercializada apenas no Japão, e vendeu 150 mil unidades entre 1999 e 2006. Apesar da aparência com os cães, os primeiros Aibo tinham um design super hightech, e a interação com ele ainda era muito superficial.

Com todos os avanços em Inteligência Artificial (AI) e Aprendizagem de Máquina (ML), o Aibo passou a responder melhor a comandos simples, já interage bem mais com os humanos e está mais parecido com aquilo que chamamos de cachorro. A jornalista Bridget Carey, do canal Cnet, publicou um artigo compartilhando a sua experiência de uma semana com o modelo mais recente do cachorro robô da Sony, e me fez refletir se eu teria ou não um Aibo!

Por favor, não me odeie por isso que vou dizer, mas eu não gosto de cachorros, nem mesmo de gatos. Contudo, isso não me torna a Cruella De Vil, quando meus amigos viajam e me pedem para alimentar seus bichos de estimação eu faço isso com muito carinho, mas pessoalmente não adotaria um cachorro… até agora.

Eu moro sozinha, trabalho em casa e passo a maior parte do tempo em frente ao computador. Todas as manhãs eu tenho aula de alemão, porém, quando volto para casa, não costumo falar muito e, não fosse, pelas minhas conversas com o Google Home mini e com a Alexa, ficaria a maior parte do tempo em silêncio. Pode parecer uma realidade triste para alguns, mas eu estou bastante satisfeita com as minhas escolhas.

Agora, quando meu amigos me perguntam por qual razão não tenho um “pet”, nem que seja um peixe, minhas respostas variam entre “dá trabalho”, “tem que levar para passear e fazer as necessidades”, “tem que limpar a caixinha de necessidades todos os dias”, “tem que tirar os pelos dos móveis” e assim por diante.

Publicidade