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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

40% dos brasileiros com iPhone ainda precisam ativar proteção antirroubo

40% dos brasileiros com iPhone ainda precisam ativar proteção antirroubo

Os brasileiros têm um comportamento acima da média quando o assunto é tecnologia contra roubos de iPhone. A empresa revelou que 60% dos clientes por aqui utilizam a proteção avançada no smartphone, contra 50% da média mundial. A informação foi revelada durante um encontro com jornalistas, na sede da empresa, em São Paulo. O Tecnoblog participou da reunião.

A Proteção de Dispositivo Roubado existe desde janeiro de 2024, quando a companhia soltou o iOS 17.3. De lá para cá, consumidores puderam ativá-la, já que não vem habilitada por padrão. Representantes da área de segurança da Apple explicaram que, com esta tecnologia, os ladrões ficam impedidos de fazer uma série de mudanças no iPhone.

O recurso dificulta o típico comportamento do batedor de carteiras (e de celulares), que pega o item da pessoa e imediatamente corre para modificar os ajustes. A função trava mudanças na Apple ID, por mais que o ladrão saiba o código numérico do iPhone. Ainda assim, é necessário esperar um determinado período e entrar com impressão digital ou reconhecimento facial.

Tela de um iPhone exibindo o menu de configurações da função "Proteção de Dispositivo Roubado", com a opção ativada, indicada por um botão deslizante verde. Abaixo, há uma explicação parcial: "Acrescenta outra camada de segurança aos seus dados caso seu iPhone seja roubado e alguém conheça o código dele. Saiba mais…". Em seguida, aparecem as opções de exigência de adiamento de segurança, com "Longe de Locais Familiares" selecionada. Ao fundo, vista desfocada de uma cidade com rio, prédios e céu com nuvens.
Ferramenta protege iPhone longe de locais familiares, como casa e trabalho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Por exemplo, não dá para trocar a senha da Apple ID sem passar pela biometria. Por mais que o ladrão saiba o código numérico do iPhone – e muitos se valem de violência para tal –, ainda é necessária a impressão digital ou o reconhecimento facial.

A documentação oficial prevê restrições para uso de métodos de pagamentos salvos no Safari; remoção de conteúdo e de ajustes do iPhone; adição ou remoção de autenticação biométrica; e desativação da função de rastrear o dispositivo, entre outros.

De acordo com a Apple, ainda falta que 40% dos clientes elegíveis habilitem a ferramenta, que requer iOS 17.3 ou superior.

Fonte: Tecnoblog

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