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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Anatel reduz impostos de chips para Internet das Coisas

Anatel reduz impostos de chips para Internet das Coisas

Os chips M2M são muito comuns em rastreadores, máquinas de cartão de crédito, soluções de cidades conectadas e outras aplicações de Internet das Coisas (IoT). Eles eram onerados tal qual uma linha de celular convencional, com incidência de ICMS que pode chegar a 18% dependendo do estado. Uma mudança da Anatel passa a enquadrar esse tipo de acesso em outra categoria, que paga menos impostos.

Com a mudança, os chips para IoT passam a pagar apenas ISS, tributado no município de prestação do serviço. Isso é válido somente para dispositivos “que permitem exclusivamente a oferta de Serviços de Valor Adicionado baseado em suas capacidades de comunicação, sensoriamento, atuação, aquisição, armazenamento e/ou processamento de dados”, de forma a atender o Plano Nacional de Internet das Coisas.

Dados de agosto de 2020 mostram que o Brasil tem 10 milhões de acessos M2M. A maior parte dos terminais utiliza tecnologia 2G, com 5,4 milhões de linhas ativas. O 3G aparece em seguida, com 3,7 milhões de chips, enquanto o 4G está longe de ser o protagonista com 755,9 mil de acessos.

Uma nova resolução da Anatel deverá afetar positivamente o mercado das operadoras móveis virtuais (MVNOs), que agora poderão firmar contratos com mais de uma empresa na mesma área de registro.

Na prática, isso permite a existência de uma operadora virtual que utilize as redes da Claro, Oi, Vivo e TIM numa mesma localidade. Uma MVNO que conseguir firmar esse tipo de contrato terá uma vantagem competitiva em relação às operadoras tradicionais, que possuem rede própria e não se aproveitam da cobertura das concorrentes.

Fonte: Tecnoblog

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