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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Anthropic acusa DeepSeek de usar o Claude para melhorar seus modelos de IA

Anthropic acusa DeepSeek de usar o Claude para melhorar seus modelos de IA

A Anthropic publicou um comunicado em que acusa as companhias chinesas DeepSeek, Moonshot e MiniMax de usar o Claude para melhorar seus próprios modelos de inteligência artificial, por meio de uma técnica conhecida como destilação.

Segundo a companhia americana, as três empresas usaram cerca de 24 mil contas falsas e criaram mais de 16 milhões de interações com seu chatbot, o que violaria seus termos de serviço e restrições regionais de acesso.

Procuradas pela Reuters, as três companhias chinesas não enviaram suas respostas sobre o assunto.

Uma ilustração em estilo "recorte de papel" sobre um fundo laranja claro. No centro, uma seta de cor branca. Em torno, uma linha preta sinuosa se estende, para cima e para a direita, sugerindo uma mão e um rosto.
Claude é o principal produto da Anthropic (imagem: divulgação/Anthropic)

A empresa diz ter sido vítima de três campanhas de destilação, todas seguindo um mesmo manual: usar contas fraudulentas e serviços de proxy para acessar o Claude em larga escala e, ao mesmo tempo, driblar os sistemas de detecção.

Os prompts enviados também destoavam de padrões de uso normais, tendo como objetivo a extração de informações sobre como o Claude trabalha — escolhendo a opção de raciocínio para ter acesso à linha de “pensamento” do robô, com o passo a passo para chegar a cada resposta.

O DeepSeek teria interagido mais de 150 mil vezes para acessar as habilidades de raciocínio do Claude, bem como usá-lo para avaliar as respostas do modelo da startup chinesa.

Fonte: Tecnoblog

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