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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Anthropic obtém vitória contra Pentágono na Justiça dos EUA

Anthropic obtém vitória contra Pentágono na Justiça dos EUA

Uma juíza federal dos Estados Unidos decidiu que as sanções impostas pelo Pentágono à Anthropic são ilegais e sem base. A magistrada Rita Lin, da Califórnia, considerou que as alegações de risco à segurança nacional foram usadas para punir e retaliar críticos do governo.

A Anthropic e o Departamento de Guerra (que tem como sede o Pentágono) entraram em rota de colisão após a companhia não aceitar que seus sistemas fossem usados em armas autônomas e vigilância. O órgão passou a bloquear contratos com a empresa.

A juíza Lin considerou que as restrições impostas à Anthropic pelo governo de Donald Trump são inconstitucionais. Em sua sentença, ela escreve que as ações do Pentágono foram “arbitrárias e movidas por caprichos”, além de classificá-las como “retaliações ilegais em violação à Primeira Emenda”, que garante liberdade de expressão.

Lin notou ainda que o Pentágono continuou interessado em trabalhar com a Anthropic depois das sanções, o que seria, na visão dela, inconsistente com um “medo genuíno de que a Anthropic seja uma sabotadora que iria envenenar seu software para prejudicar a segurança nacional”.

Há um outro processo em curso envolvendo a empresa e o órgão em Washington, D.C., já que dois dispositivos legais diferentes foram acionados para incluir a empresa em uma lista de entidades que representam um risco à cadeia de suprimentos dos EUA.

Segundo a CNBC, enquanto essa outra ação não tem um veredito, a Anthropic continua na lista de proibição. Assim, fornecedoras das entidades de defesa dos EUA seguem impedidas de usar serviços da Anthropic, como os modelos de IA da família Claude.

Fonte: Tecnoblog

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