AutoGPT promete ser mais “poderoso” que ChatGPT

Inteligência artificial é um dos assuntos mais populares da atualidade. Depois do ChatGPT, Bing Chat e Bard, o AutoGPT é quem gerou um burburinho nos últimos dias. Utilizando o motor GPT-4 da OpenAI, o mesmo dos seus dois primeiros rivais listados, a nova IA promete ser mais autônoma que a concorrência.
A proposta do AutoGPT é ser mais eficiente com um único prompt (comando dado a IA para que ela gere uma resposta). A resposta dada pela IA pode ser usada automaticamente como um novo comando. Um exemplo dado no site oficial da inteligência é a organização de uma festa.
No ChatGPT, ele faria a sugestão de um tema, de lista de convidados e decorações. Porém, ele não seria capaz de comprar os itens e enviar os convites. Já o AutoGPT, sim. Através de um recurso chamado de agente IA (tradução livre), a inteligência artificial pode comprar os produtos da festinha. O AutoGPT pede permissão para executar essas tarefas.
A inteligência artificial é capaz de escrever seu próprio código, corrigir erros e rodar scripts em Python. Desse modo, o AutoGPT pode se desenvolver sozinho.
O exemplo foi dado por um usuário do Twitter envolvido no desenvolvimento da IA. Por mais que isso seja notável, é importante lembrar que o ChatGPT também escreve códigos. Porém, inteligências artificiais ainda cometem erros na produção de códigos, resta saber se o AutoGPT erra menos.
Em outro caso, um usuário do AutoGPT pediu que a IA criasse um aplicativo. Ao perceber que o Node.js não estava instalado, a inteligência artificial buscou o programa no Google, instalou e deu sequência no desenvolvimento do app.
Fonte: Tecnoblog
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