Banco do Brasil explica o consórcio gamer de até R$ 11 mil

Nos últimos dias, diversas pessoas ficaram intrigadas com um produto financeiro do Banco do Brasil voltado para fãs de jogos: trata-se do Consórcio Gamer, uma forma de juntar dinheiro em até 48 meses para adquirir um “PS4, kit headset, kit driving, PC Gamer, óculos de realidade virtual, equipamentos e muito mais”. O Tecnoblog entrou em contato com o BB para entender isso melhor.
Antes de tudo, vale lembrar que consórcio é um grupo de pessoas pagando uma quantia mensal durante um período fixo — 36 ou 48 meses, por exemplo — para que todos possam adquirir um bem (casa, carro) ou serviço (reforma, viagem). Normalmente, se você fosse fazer isso por conta própria, só teria dinheiro o bastante para esses itens após meses ou anos.
A diferença é que, no consórcio, você não precisa esperar tanto: há um sorteio para que alguns participantes do grupo recebam o dinheiro antes de pagarem todas as parcelas. É possível aumentar suas chances oferecendo um valor que será descontado do saldo devedor.
O BB Consórcio tem diversas categorias de bens, incluindo as modalidades tradicionais de imóveis e automóveis; e em 2020, o banco adicionou novas opções para “escolher o seu videogame, montar aquele PC irado ou comprar equipamentos para jogar” — palavras da própria empresa.

Em comunicado ao Tecnoblog, o Banco do Brasil explica que atualizou o portfólio no segmento de consórcios de Outros Bens Móveis: “nessa renovação, considerando o crescente mercado de esports, foram incluídos bens de referência específicos para o público gamer, com valores de R$ 1.250 até R$ 11 mil, objetivando atingir maior visibilidade nesse nicho”.
Isso acabou chamando a atenção devido ao aumento no preço de eletrônicos: celulares já vinham se tornando mais caros, assim como PCs e consoles, algo que só piorou com a pandemia da COVID-19 e com a alta do dólar. O “consórcio gamer” parece um sinal de que esses valores mais salgados vieram para ficar.
Fonte: Tecnoblog
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