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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Big techs prometem “interruptor” que paralisa IA em caso de perigo

Big techs prometem "interruptor" que paralisa IA em caso de perigo

O avanço da inteligência artificial (IA) tem deixado autoridades e especialistas no assunto preocupados com o uso malicioso da tecnologia. É por isso que organizações como Microsoft, Meta, Google e OpenAI concordaram em implementar um “interruptor” se não puderem garantir a segurança de um modelo de IA.

A decisão foi anunciada no evento AI Seoul Summit 2024, realizada na Coreia do Sul. Na proposta, as organizações se comprometem a medir os riscos de seus modelos de IA, prevendo como agentes externos podem utilizar a tecnologia em aplicações para as quais ela não foi projetada originalmente, por exemplo.

Em linhas gerais, a ideia é a de que as organizações definam os tipos de riscos associados ao desenvolvimento de suas tecnologias de IA. Com base nisso, elas devem impedir o avanço de riscos considerados intoleráveis, como aqueles que podem resultar em ataques cibernéticos ou favorecer ameaças biológicas.

Os riscos seriam situações extremas, mas que podem ter consequências graves. O tal do “interruptor” consiste então em paralisar o desenvolvimento dos modelos de IA envolvidos, caso as organizações responsáveis não encontrem outros meios de mitigar o problema.

Esse é um trabalho que precisa ser alinhado com as autoridades. Por isso, o acordo envolve governos de países como Estados Unidos, China, Canadá, Reino Unido, França e Coreia Sul, onde a conferência foi realizada.

Os compromissos acordados no evento dizem respeito apenas a modelos de inteligência artificial de “fronteira”, ou seja, envolvem aqueles que estão por trás de grandes sistemas generativos. O exemplo mais óbvio é o GPT, conjunto de modelos de linguagem que é a base do ChaGPT.

Fonte: Tecnoblog

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