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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Com preços fixados, táxi ganha espaço da Uber e 99 no Brasil e cresce até 40%

Com preços fixados, táxi ganha espaço da Uber e 99 no Brasil e cresce até 40%

O brasileiro passou a utilizar o táxi com mais frequência durante a pandemia. De acordo com uma pesquisa divulgada pela Vah, a modalidade que não possui tarifa dinâmica conquistou uma fatia de mercado que antes pertencia à Uber e à 99. A alternativa registrou o crescimento em meio a um cenário de alta de preços.

Os dados partem de uma estudo da Mobicity encomendado pelo comparador de preços Vah. A pesquisa foi realizada em dezembro de 2021 para questionar os passageiros sobre os impactos da pandemia de COVID-19 no serviço de transporte privado. Ao todo, a análise contou com mais de 1.100 participantes do Brasil.

A pesquisa apontou para o protagonismo do táxi entre os brasileiros, conforme informado pelo Mobile Time: a modalidade teve um crescimento de 38% entre os entrevistados. Os participantes também relataram as suas principais percepções sobre o setor nos últimos tempos, como o aumento de preços, o acréscimo do tempo de espera para iniciar uma viagem e os casos de cancelamentos constantes.

De fato, os três fatores vêm se tornando cada vez mais frequentes nos últimos meses. No começo do ano, reuni alguns relatos de problemas enfrentados por passageiros na Uber aqui no Tecnoblog. Em um dos episódios, o preço de uma corrida do UberX subiu de R$ 15 para R$ 70 devido à tarifa dinâmica.

Também há muitas queixas de cancelamento. Cito um caso que aconteceu comigo no Rio de Janeiro (RJ): minha corrida chegou a ser recusada cerca de vinte vezes após eu ter que refazer o meu pedido mais de uma vez. No fim das contas, desisti e pedi um táxi, que me atendeu em menos de cinco minutos e ainda saiu mais barato.

Não à toa, as viagens de táxi solicitadas pelo 99 e outros apps agora correspondem à 25% das corridas, segundo os dados do comparador. Enquanto isso, sete em cada dez viagens são feitas por carros particulares. O número pode parecer alto, mas é menor do que a quantidade registrada antes da pandemia: 92%.

Fonte: Tecnoblog

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