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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Dados de saúde de smartwatches quase nunca chegam aos médicos

Dados de saúde de smartwatches quase nunca chegam aos médicos

Smartwatches, smartbands e outros vestíveis, como anéis, estão cada vez mais presentes na rotina das pessoas, dentro e fora do meio fitness. Com eles, é possível acompanhar uma variedade de indicadores de saúde, dando maior noção sobre a qualidade da prática de atividades físicas e até do sono. Mas todos esses dados raramente chegam aos médicos.

Um novo estudo mostra que o uso desses dispositivos para monitoramento de saúde cresceu nos Estados Unidos entre 2020 e 2024, mas o compartilhamento das informações permaneceu baixo: apenas 19,2% em 2024.

A pesquisa, liderada pela cientista brasileira Aline Pedroso, associada à Escola de Medicina de Yale, analisou dados de 17.395 participantes do Health Information National Trends Survey, um estudo populacional patrocinado por institutos de saúde estadunidenses desde 2003.

Wearables (ou dispositivos vestíveis) são usados para acompanhar sinais físicos ao longo do dia. O exemplo mais comum é o smartwatch, mas a categoria também inclui pulseiras fitness, anéis inteligentes, fones com sensores e outros acessórios capazes de registrar dados de saúde e bem-estar.

Esses aparelhos medem informações como batimentos cardíacos, oxigenação do sangue e variações de temperatura, e prometem transformar esses registros em um histórico mais amplo do usuário.

Celular e smartwatch lado a lado
Dispositivos se integram a apps de saúde para reunir dados do usuário (Imagem: Divulgação/Samsung)

Segundo o levantamento, a parcela de pessoas que usavam dispositivos vestíveis para monitorar saúde ou atividade física passou de 30,2% em 2020 para 36,7% em 2022. Em 2024, chegou a 41%.

Fonte: Tecnoblog

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