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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Editores de foto lideram lista do Facebook de 402 apps maliciosos

Editores de foto lideram lista do Facebook de 402 apps maliciosos

A Meta divulgou uma lista de aplicativos maliciosos que roubam dados de usuários do Facebook. São mais de 400 apps para smartphones Android e iOS, sendo que a maior parte é composta por editores de fotos. A divulgação desses programas maliciosos vem após a empresa denunciar o roubo de 1 milhão de contas do WhatsApp por desenvolvedoras asiáticas.

A lista de apps maliciosos foi divulgada na sexta-feira (7) no site oficial da Meta, junto a um “manual” para que os usuários mantenham as suas contas protegidas. De acordo com a empresa, o Google e a Apple, companhias responsáveis pela Play Store e Apple Store, foram contatadas sobre a lista antes da divulgação. Pessoas possivelmente afetadas pelos aplicativos estão recebendo notificações para saber como manter suas contas e dados mais seguros.

Além do Google e da Apple, a Meta afirma que divulgou a sua pesquisa com especialistas em cibersegurança e outras empresas do ramo de tecnologia para ampliar as contramedidas a ciberameaças. 

Dos mais de 400 aplicativos maliciosos, o top 3 é liderado por editores de fotos, representando 42,6% do total investigado. Em seguida estão apps utilitários para trabalho (15,4%) e de funcionalidades para o telefone (14,1%) — como programas que prometem limpeza de arquivos. 

Conforme analisado pela Meta, os aplicativos acusados de roubarem dados prometem ao usuário “serviços úteis e divertidos”, como um app que “aumenta o brilho da lanterna do smartphone” e o clássico programa para transformar uma foto em desenho. Outra coisa em comum na estratégia desses aplicativos é fornecer o login somente através de redes sociais — por onde acessam os dados sensíveis das contas.

Gráfico mostra as categorias de aplicativos maliciosos. (Imagem: Reprodução / Meta)
Gráfico mostra as categorias de aplicativos maliciosos. (Imagem: Reprodução / Meta)

Em seu site, a Meta forneceu um breve manual sobre como se manter protegido ao utilizar um aplicativo. O primeiro passo apresentado pela empresa é de suspeitar de apps que obrigam o acesso via rede social. 

Fonte: Tecnoblog

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