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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Figma quer peitar After Effects com motion gerado por IA

Figma quer peitar After Effects com motion gerado por IA

O Figma vai adicionar novas ferramentas de inteligência artificial ao seu editor para brigar diretamente com o After Effects, da Adobe. A novidade chamada Motion permite criar animações, transições e transformações 3D diretamente no canvas do Figma, com geração via IA, estilos predefinidos ou ajuste manual em uma linha do tempo. O recurso fica conectado a sistemas de design e já gera código pronto para implementação.

A novidade faz parte da nova atualização do Figma, cujo anúncio ocorre nesta quarta-feira (24/06) durante o Config, evento anual realizado nos Estados Unidos. O Tecnoblog acompanha tudo diretamente de San Francisco.

Habilidades de agentes de IA no Figma (imagem: divulgação)

Os fluxos do Figma Weave são descritos pela empresa como o primeiro passo para uma integração completa entre o Figma e o Figma Weave, prevista ainda para este ano.

Segundo o Figma, as mudanças respondem a um cenário em que a inteligência artificial está borrando os limites entre software e trabalho criativo. Mais pessoas estão criando produtos digitais, mas o trabalho passou a se distribuir entre seres humanos, ferramentas e agentes de IA. A liberação dos novos recursos deve ocorrer nas próximas semanas, com disponibilidade variando conforme cada um deles.

Ferramenta de textura no Figma (imagem: divulgação)

A companhia também divulgou seu terceiro relatório anual sobre inteligência artificial e design, com base em 8.403 respostas de pesquisa e 639 entrevistas qualitativas coletadas em três anos, com amostras em dez países. Brasil, Índia e Coreia do Sul entram pela primeira vez na pesquisa de 2026, somando-se a Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Canadá e Austrália.

Segundo o levantamento, 57% dos profissionais entrevistados afirmam que o design ganhou mais importância em seus trabalhos. Entre desenvolvedores, esse percentual saltou de 44% para 65% em 2026. A pesquisa também identificou um movimento de sobreposição de funções: designers que atuam em desenvolvimento passaram de 21% para 41% entre 2025 e 2026, enquanto desenvolvedores que atuam em design foram de 44% para 60% no mesmo período.

Fonte: Tecnoblog

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