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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Google e Apple se opõem a projeto de lei que mudaria Gmail, Chrome e App Store

Google e Apple se opõem a projeto de lei que mudaria Gmail, Chrome e App Store

À medida em que dois projetos de lei antitruste se aproximam de serem aprovados pelo Comitê Jurídico do Senado dos Estados Unidos, duas das maiores empresas de tecnologia do mundo, Apple e Google, escreveram notas se opondo às propostas. Um deles, o Open App Markets Act, afeta as lojas de aplicativos das duas gigantes do setor, enquanto o American Innovation and Choice Online Act tem impacto direto em serviços da Alphabet, como o Gmail e o Google Chrome.

O Congresso dos EUA se debruça sobre dois projetos antitruste. O American Innovation and Choice Online Act impede grandes empresas de tecnologia de favorecerem seus próprios serviços em detrimento de outros, ao passo em que o Open App Markets App visa fomentar um ambiente competitivo dentro dos marketplaces de aplicativos.

Mas as propostas cutucaram a Apple e o Google; as empresas sentem que o Congresso está ameaçando a privacidade e segurança digital dos clientes, além da hegemonia tecnológica americana.

Tim Powderly, diretor sênior em Assuntos de Governança da Apple, enviou uma carta aos parlamentares que compõem o Comitê Jurídico, incluindo o presidente da comissão, o democrata Dick Durbin. Nela, o executivo conta que a proposta que abre as lojas de aplicativos prejudicaria a App Store, já que a medida permitiria o que é chamado de “side-loading” — quando usuários baixam programas por fontes de terceiros.

Atualmente, um dos principais argumentos da Apple contra o side-loading é que os apps disponíveis por meio de fontes de download alternativas não respondem às mesmas exigências de segurança e privacidade a de aplicativos autorizados pela criadora da App Store. Eles também não precisam da autorização da marca para serem baixados.

O side-loading burlaria a política de transparência de coleta de dados e rastreamento da Apple, que notifica usuários sobre quais dados eles preferem que sejam captados pelo app.

Fonte: Tecnoblog

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