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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

GPT-6 Astra decifra mensagem do exército alemão após 108 anos

GPT-6 Astra decifra mensagem do exército alemão após 108 anos
mockup do aplicativo do ChatGPT destacando o modelo GPT-6 Astra sendo usado no máximo de capacidade
GPT-6 Astra teria conseguido decifrar mensagem de 108 anos (imagem: divulgação/OpenAI)

O modelo de IA GPT-6 Astra segue sendo testado em diferentes processos e trazendo resultados interessantes. Desta vez, a tecnologia mais recente da OpenAI teria conseguido decifrar uma mensagem de rádio militar alemã transmitida há cerca de 108 anos, durante a Primeira Guerra Mundial.

A transmissão, datada de 27 de novembro de 1918, fazia parte de um conjunto de mensagens que ainda não haviam sido solucionadas mantida pelo portal alemão ScienceBlogs. O desenvolvedor identificado como Prinz afirma ter reconstruído o conteúdo com ajuda da IA.

Segundo ele, o texto reconstruído traz informações sobre a movimentação de navios dos Aliados no Mar Negro. A hipótese é que a mensagem informava que um cruzador inglês havia chegado a Sebastopol, na Crimeia, e que uma esquadra aliada seguiria para o local dois dias depois.

“Prinz” relata descoberta da mensagem no X (imagem: reprodução)

O radiograma utiliza a cifra ADFGVX, um sistema adotado pelo exército alemão em 1918 que transforma letras e números em combinações formadas por essas seis letras em uma tabela com o alfabeto e algarismos de 0 a 9.

Para impedir a leitura, os alemães distribuíam mensagens sob as letras de uma palavra-chave, necessária para recuperar o texto original. Segundo o relato, o GPT-6 Astra identificou “Truppenverschiebung” como a chave que permitia reconstruir o texto.

Termo-chave Truppenverschiebung rearranjado para solução da mensagem
Termo-chave Truppenverschiebung rearranjado para solução da mensagem (imagem: reprodução/Prinz)

O termo aparece nas páginas 214 e 215 do livro The History and Principles of German Military Ciphers, 1914-1918, de J. Rives Childs, enquanto o radiograma está reproduzido na página 217. O trabalho do modelo foi relacionar a chave ao criptograma e executar as etapas para recuperar o texto, que segundo Prinz, seria:

Fonte: Tecnoblog

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