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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

HBO Max vai ser mais incisiva com quem compartilha senha

HBO Max vai ser mais incisiva com quem compartilha senha

A indústria do streaming vem tentando combater o compartilhamento de senhas em seus serviços desde 2023, após ação da Netflix. No fim de 2024, a HBO Max (na época, apenas Max) também anunciou que proibiria o compartilhamento. Agora, essa política será “muito mais agressiva”.

Segundo JB Perrette, chefe de streaming da Warner Bros. Discovery, dona da plataforma, a empresa passou os últimos meses testando e identificando quem são os “usuários legítimos” e quem se aproveita de contas de terceiros. Com esses dados em mãos, o próximo passo é adotar uma comunicação mais direta sobre as medidas que os usuários precisarão tomar.

A mudança deve ocorrer de forma mais contundente a partir do quarto trimestre de 2025. Perrete explicou na conferência de resultados da empresa que a comunicação atual é uma “mensagem bastante suave e cancelável”, mas que ela “começará a se tornar mais fixa, de modo que as pessoas tenham que tomar uma atitude, em vez de ser um processo voluntário”.

Com a implementação da política, será preciso adquirir uma assinatura extra por um valor menor que a original — nos EUA, US$ 7,99 mensais — para usar a conta fora de casa. Esse membro adicional terá seu próprio login e perfil, podendo até transferir seu histórico e recomendações, mas com a limitação de assistir em apenas um dispositivo por vez.

Por enquanto, a companhia não revelou quando esse sistema será aplicado no Brasil ou em outros mercados.

Imagem mostra o logo vermelho estilizado da Netflix, um "N" grande com uma curva na parte inferior. Abaixo e ligeiramente à direita do logo, um controle remoto preto está parcialmente visível. Ao fundo, uma parede composta por várias telas de televisão desfocadas exibe diversas cenas de filmes e séries em tons de cinza. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Netflix popularizou onda de cobranças por compartilhamento de senha (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Netflix foi a primeira na repressão ao compartilhamento de senhas em escala global. A empresa passou a usar uma combinação de informações, como endereço de IP, ID dos dispositivos e atividade da conta para definir o conceito de “residência”.

Fonte: Tecnoblog

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