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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

IA auxiliada por humanos foi mais eficiente que modelo “autônomo” em estudo do MIT

IA auxiliada por humanos foi mais eficiente que modelo "autônomo" em estudo do MIT

Engenheiros do MIT publicaram um artigo sobre diferentes modelos de inteligência artificial na construção civil. No experimento, os pesquisadores usaram duas IAs para criar uma estrutura de vigas. Uma delas foi auxiliada regularmente, enquanto a outra teve que se virar sozinha com os inputs da construção.

A questão do momento, que acompanha a popularização de ChatGPT e Bing Chat, é: as IAs vão nos substituir? Talvez. Mas enquanto isso não acontece, o estudo mostra que a colaboração entre humano e máquina pode ser o melhor caminho para todos.

No experimento, os engenheiros Dat Ha e Josephine Carstensen, ambos do conceituado Instituto de Tecnologia de Massachusetts, utilizaram IAs que desenvolvem estruturas complexas de arquitetura. Essas tecnologias estão se popularizando na engenharia civil, mas apresentam falhas de “tudo ou nada”.

Em medições mais complexas sobre a capacidade de carga suportada por alguma estrutura, como uma viga, elas podem apresentar resultados superestimados ou não conseguem apresentar o máximo de peso que o material resiste. O primeiro caso pode até ser “melhor errar para mais”, mas pode encarecer, sem necessidade, uma construção.

Nos testes, as duas IA receberam os comandos padrões sobre o projeto. Uma delas recebia “avaliações” periódicas dos resultados e corrigiam as falhas. Como um professor aplicando uma monitoria com algum aluno. A outra tinha que aprender por conta própria. A IA que teve a ajuda de humanos se saiu melhor.

Na segunda imagem, engenheiros apontaram para a IA que as vigas marcadas eram desnecessárias. A IA removeu as vigas e reforçou outros pontos (Imagem: Divulgação/Dat Ha e Josephine Carstensen)
Na segunda imagem, engenheiros apontaram para a IA que as vigas marcadas eram desnecessárias. A IA removeu as vigas e reforçou outros pontos (Imagem: Divulgação/Dat Ha e Josephine Carstensen)

Em um comunicado à imprensa, os professores destacam que essa modelo de IA é mais útil em zonas de risco, como áreas de guerra e desastres naturais, pois o sistema que eles criaram é rápido, precisa de menor poder computacional e está disponível no GitHub.

Fonte: Tecnoblog

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