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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

IAs serão capazes de sobreviver e se reproduzir, diz CEO da Anthropic

IAs serão capazes de sobreviver e se reproduzir, diz CEO da Anthropic

Dario Amodei, CEO da Anthropic, avalia que inteligências artificiais poderão atingir um nível de autonomia que permitirá a elas a sobrevivência e a replicação — e isso pode acontecer entre 2025 e 2028. Ele também acredita que a tecnologia terá importância militar, dando vantagens no campo geopolítico.

“Eu acredito em crescimento exponencial. Estou falando mesmo de futuro próximo, não daqui a 50 anos”, diz o CEO. As declarações foram dadas ao jornalista Ezra Klein, em um podcast do jornal The New York Times.

Inteligência artificial
IA pode estar perto de representar riscos maiores (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A Anthropic define níveis de segurança para a inteligência artificial, identificados pela sigla ASL. Amodei acredita que estamos no nível 2, em que os modelos de linguagem são capazes de dar informações perigosas para, por exemplo, construir armas biológicas. Mesmo assim, essas informações seriam pouco úteis e pouco confiáveis, representando um risco pequeno.

No entanto, o nível 3 pode ser alcançado no ano que vem. Com ele, o risco de uma catástrofe é muito maior, com a possibilidade de uso em armas biológicas e cibernéticas.

Já o nível 4 na escala da Anthropic ainda é especulativo e não tem uma definição. Amodei menciona características como autonomia e capacidade de persuasão. Ele acha que modelos com esta classificação chegarão entre 2025 e 2028.

E o que isso significa na prática? O fundador da Anthropic diz que o problema é o que alguns estados poderão fazer com tecnologias deste tipo.

Fonte: Tecnoblog

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