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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Justiça manda Sony reativar PS5 banido, mas diz que conduta “não foi ilícita”

Justiça manda Sony reativar PS5 banido, mas diz que conduta "não foi ilícita"

Mais um dono de PS5 recorreu à Justiça para desbloquear o console banido pela Sony e conseguiu. Porém, na decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), o juiz responsável pelo caso não deu total razão ao autor do processo e disse que a conduta da Sony “não havia sido ilícita” — ou seja, a empresa estava em certo ponto amparada pela lei.

Assim como em outros casos de PS5 bloqueados que noticiamos aqui no Tecnoblog, o jogador processou a Sony após ser banido da PlayStation Network (PSN) por compartilhar os jogos da PS Plus Collection com outras pessoas, em 2020. Segundo a empresa, isso viola os “Termos e Condições do Serviço PlayStation”, regulamento da plataforma aceito por todos os usuários.

O problema é que a Sony não costuma dar muitos detalhes sobre esse tipo de infração quando aplica uma punição, abrindo brecha para os jogadores acionarem o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Assim, a Justiça entende que a empresa deixou de dar informações necessárias, negando o direito de defesa da pessoa banida.

Além de exigir a reativação da conta do PS5, o autor do processo pediu indenização de R$ 10 mil em danos morais e mais R$ 5 mil, caso a Sony não obedecesse a ordem judicial. Em resposta, a empresa recorreu na ação para defender o banimento do console.

Na petição inicial, o jogador alegou que não sabia que era proibido compartilhar contas da PSN com outras pessoas. Para ele, os jogos gratuitos da PS Plus Collection eram vinculados ao console e não à conta da PSN.

O autor do processo ainda disse que a Sony havia agido com má fé por “não destacar devidamente as cláusulas restritivas de direito com impacto grave no contrato de adesão”.

Fonte: Tecnoblog

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