Mark Zuckerberg aposta em Facebook com um “metaverso” e realidade virtual

Ao destacar os pontos fortes do resultado financeiro do Facebook para o 2º trimestre na quarta-feira (28), o CEO e fundador da rede social, Mark Zuckerberg, deu algumas dicas sobre sua visão de futuro para a empresa: ele quer construir o que chamou de “metaverso” dentro da companhia. Um Facebook menos dependente de receitas com anúncios online, que geraram US$ 28,5 bilhões — a empresa faturou US$ 29 bilhões até o final de junho.
Mas o que é o “metaverso” de Zuckerberg? O próprio fundador do Facebook respondeu a esta dúvida na conferência de resultados:
“O que é o metaverso? É um ambiente virtual onde você pode estar presente com as pessoas em espaços digitais. Você pode pensar isso como uma internet que toma forma, ao invés de ser apenas algo que você visualiza.”
Em postagem, Andrew Bosworth, engenheiro do Reality Labs do Facebook, faz coro com o chefe da rede social: “o metaverso já está entre nós como um conjunto de mundos digitais, cada um com sua própria física que determina o que é possível dentro deles”.
Então o Facebook quer criar um hub digital para que os 2,9 bilhões de usuários ativos — em todos os aplicativos controlados pela empresa — convivam e compartilhem experiências, como um MMO. Ao invés de usar páginas da web, a solução da rede social é investir mais em realidade aumentada.
“A realidade virtual será uma plataforma social, e é por isso que estamos focados em desenvolvê-la”, disse Zuckerberg. O Facebook teve um crescimento de 50% na receita em relação ao 2º trimestre de 2020, quando faturou US$ 18,6 bilhões. A rede social vem investindo parte desse lucro bruto em seu produto de VR: o Oculus.
Fonte: Tecnoblog
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