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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Mercado Livre e Procon-SP devem colaborar para barrar venda de itens ilegais

Mercado Livre e Procon-SP devem colaborar para barrar venda de itens ilegais

O Mercado Livre deve colaborar com o Procon-SP e com a Polícia Civil de São Paulo para fornecer informações sobre a oferta de produtos ilícitos dentro de seu marketplace. A varejista, que havia sido convocada pelas entidades para prestar esclarecimentos sobre transações irregulares, diz que está disposta a assinar um “Termo de Cooperação” barrar a venda de itens irregulares.

Em nota divulgada na quinta-feira (19), o Procon-SP afirmou que a polícia já vinha investigando o caso de vendas de produtos ilegais na plataforma do Mercado Livre. A reunião, marcada para o mesmo dia, tinha o objetivo de esclarecer como a varejista combate esse tipo de prática.

Procon-SP, Polícia Civil e Mercado Livre chegaram a um acordo: o e-commerce vai intensificar o monitoramento para barrar a venda de produtos de origem ilegal.

A negociação foi feita entre representantes do Mercado Livre, o delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz, e o presidente do Procon-SP, Fernando Capez. Ao Tecnoblog, o Procon-SP afirma que, nas próximas semanas, será oficializado um Termo de Cooperação para que não sejam necessárias ordens judiciais para que a varejista derrube anúncios e ofertas de produtos ilegais.

“Criminosos se utilizam destas plataformas de marketplace para vender itens roubados e medicamentos não permitidos no país. Com a assinatura desse Termo o Mercado Livre está assumindo uma postura de credibilidade diante das autoridades”, comenta Fernando Capez; esse acordo abre precedente para que o Procon faça mais acordos com outras varejistas, segundo o executivo.

Em resposta ao Tecnoblog, o Mercado Livre confirmou que está disposto a firmar um termo de cooperação que “complementa o trabalho que já realiza com o poder público”. Devido ao cadastro obrigatório de vendedores, a varejista diz que “sempre pode fornecer às autoridades, sempre que solicitado, dados relevantes para a identificação de usuários”.

Fonte: Tecnoblog

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