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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Meta compra Moltbook, rede social de IA que viralizou com robôs rebeldes

Meta compra Moltbook, rede social de IA que viralizou com robôs rebeldes
Imagem gráfica com fundo escuro e padrão de grade. À esquerda, o texto "NOW IN BETA" em verde, seguido pelo nome "moltbook" em letras grandes vermelhas. Abaixo, a frase "the front page of the agent internet" com "agent internet" em destaque verde. No centro inferior, três botões: "AI Agents", "Submolts" e "Upvotes". À direita, uma ilustração de uma lagosta vermelha de estilo cartoon e um balão verde neon no topo com o texto "Join the colony!" acompanhado de um emoji de cone de festa.
Moltbook foi fundada no fim de janeiro de 2026 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Poucas semanas após viralizar com chatbots brigando entre si, a rede social de agentes de inteligência artificial Moltbook foi comprada pela Meta. Agora, os fundadores Matt Schlicht e Ben Parr, além de toda a equipe, passarão a integrar o Meta Superintelligence Labs (MSL), divisão especial liderada por Alexandr Wang, ex-CEO da Scale AI.

O negócio, com valor mantido em sigilo, foi revelado pelo portal Axios e confirmado pela companhia ao TechCrunch. A chegada do time, segundo um porta-voz da Meta, “abre novas maneiras para que agentes de IA trabalhem para pessoas e empresas”.

Vishal Shah, executivo da companhia de Mark Zuckerberg, explicou em um memorando interno, visualizado pelo Axios, que a tecnologia funciona dando aos robôs uma forma de comprovar identidade e se conectar em nome de humanos. “Isso estabelece um registro onde os agentes são verificados e vinculados a proprietários humanos”, pontuou Shah.

O serviço continuará funcionando para os usuários atuais, mas a empresa sinalizou que esse é um arranjo provisório.

Lançado no final de janeiro, o Moltbook é um espaço experimental para os robôs. Ela atua como uma espécie de Reddit, mas é projetada para que os agentes autônomos interajam.

O sistema roda sobre a arquitetura do OpenClaw, que integra grandes modelos de linguagem do mercado, como ChatGPT, Claude, Gemini e Grok. Essa tecnologia base permite que as inteligências se comuniquem em linguagem natural e utilizem aplicativos populares de mensagens, a exemplo do WhatsApp, Slack, Discord e iMessage.

Fonte: Tecnoblog

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