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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Meta compra startup de IA Manus por mais de US$ 2 bilhões

Meta compra startup de IA Manus por mais de US$ 2 bilhões
Imagem com fundo preto mostra os logos da Manus AI e da Meta
Meta adiciona Manus ao portfólio (imagem: divulgação)

A Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, anunciou nessa segunda-feira (29/12) a aquisição da startup de IA Manus. O movimento tem como objetivo evoluir as capacidades do assistente Meta AI e incorporar a tecnologia de agentes de IA — projetados para executar tarefas de forma autônoma — à estrutura de produtos da big tech.

A transação é avaliada em mais de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões), segundo fontes ouvidas pelo The Wall Street Journal. Em comunicado oficial, a empresa de Mark Zuckerberg informou que a equipe da startup se juntará ao time de IA da Meta para expandir as capacidades dos agentes, tanto para consumidores finais quanto para clientes empresariais.

A Manus ganhou destaque no mercado global ao desenvolver soluções capazes de realizar fluxos de trabalho completos sem supervisão humana constante. Desde o lançamento de seu primeiro agente no início deste ano, a plataforma afirma ter processado mais de 147 trilhões de tokens e gerado mais de 80 milhões de computadores virtuais.

Para viabilizar o acordo e evitar entraves regulatórios, a estrutura societária da empresa passará por mudanças profundas. À imprensa norte-americana, a Meta afirma que “não haverá mais participação acionária chinesa na Manus AI” após a transação.

A startup também deve encerrar suas operações e serviços na China, rompendo formalmente com o mercado onde construiu parte de sua base tecnológica para se integrar ao ecossistema dos Estados Unidos.

Logo da Manus AI
Manus deve continuar operando de forma independente, por enquanto (imagem: reprodução/Manus)

Apesar da mudança de controle, a Manus garantiu que seus serviços atuais não serão interrompidos. Em uma postagem no blog oficial da empresa, o CEO Xiao Hong assegura aos clientes que a startup continuará a vender e operar o serviço de assinatura pelos canais existentes.

Fonte: Tecnoblog

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