Cybercode
tecnoblog
tecnoblog
Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Microsoft explica TPM 2.0 para te convencer a ir para o Windows 11

Microsoft explica TPM 2.0 para te convencer a ir para o Windows 11

À medida que o Windows 10 se aproxima do fim de seu ciclo de suporte, a Microsoft intensifica os esforços para convencer os usuários a migrarem para o Windows 11. Nesse sentido, a companhia publicou uma explicação sobre o porquê de o chip TPM 2.0 ser um requisito do sistema operacional.

O Trusted Platform Module (TPM) é um componente de segurança normalmente oferecido na forma de um chip integrado à placa-mãe do computador. O problema é que esse item, na versão 2.0, não existe em computadores antigos, o que impede a instalação do Windows 11 nessas máquinas pelas vias convencionais.

Se esse componente não fosse obrigatório, o Windows 11 poderia ser instalado em grande parte dos computadores antigos que, hoje, rodam o Windows 10. Mas a Microsoft é taxativa: a exigência do TPM 2.0 no Windows 11 é inegociável.

Em uma nova página de ajuda, a Microsoft dá quatro razões principais para a exigência do TPM 2.0 no Windows 11 (em tradução livre):

Todos esses argumentos são válidos. O problema é que, em linhas gerais, computadores fabricados antes de 2017 contam com o TPM 1.2, que é compatível somente com o Windows 10. O Windows 11 requer a versão 2.0 desse componente, que existe somente em máquinas mais recentes.

Os benefícios do TPM 2.0 são suficientes para justificar a aquisição de um PC novo? Para a Microsoft, são. A companhia chegou a recomendar que quem tiver um computador incompatível com o Windows 11 venda ou recicle o equipamento.

Fonte: Tecnoblog

Publicidade