Microsoft luta para convencer mercado de que PCs com IA são uma boa ideia

Junho foi o mês de lançamento dos primeiros notebooks Copilot+, que trazem hardware específico para execução de tarefas de inteligência artificial (IA). Mas há um problema: a Microsoft tem tido dificuldade para convencer empresas de software a apostar nesse recurso.
Copilot+ é uma marca que a Microsoft criou para designar PCs cujos processadores são complementados com uma Unidade de Processamento Neural (NPU) capaz de lidar com pelo menos 40 trilhões de operações por segundo (ou seja, com mais de 40 TOPS).
Outros requisitos mínimos incluem 16 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Mas a NPU é o item principal. Com esse recurso, o computador pode executar determinadas tarefas de IA dependendo pouco ou nada de uma conexão à internet. Quais tarefas? É aí que está o problema.

De acordo com a Bloomberg, o cenário atual é paradoxal, pois há hardware para execução local de IA ou de outras tarefas que podem ser otimizadas por NPUs, mas a quantidade de softwares que se beneficiam desse recurso é baixíssima.
A razão disso é que as empresas de software estão aguardando o segmento de PCs com IA se desenvolver mais antes de seguir por esse caminho.
Companhias como Adobe, Salesforce e SentinelOne foram convidadas a otimizar seus softwares para os novos computadores com NPU, mas preferiram adiar essa tarefa.
Fonte: Tecnoblog
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