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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Microsoft paga até US$ 30 mil caso você encontre falhas de IA em seus produtos

Microsoft paga até US$ 30 mil caso você encontre falhas de IA em seus produtos

A Microsoft pode pagar até US$ 30 mil (cerca de R$ 169,8 mil) para quem encontrar falhas de segurança nas IAs de alguns aplicativos. O pagamento faz parte do programa de “caçadores de recompensa” da big tech, que permite que pessoas com conhecimento em programação descubram bugs e vulnerabilidades em produtos da empresa. Na semana passada, a Microsoft anunciou uma atualização no programa, que trouxe entre outras novidades o novo pagamento máximo de US$ 30 mil.

O valor mínimo pago pela big tech no programa de caça de bugs é de “apenas” US$ 500 (R$ 2,8 mil). Esses pagamentos são destinados às falhas e vulnerabilidades encontradas no Dynamics 365 e Power Platform. O primeiro é um serviço da Microsoft para empresas, similar a um sistema de gestão. Já o Power Platform realiza análise de dados e automação de processos.

Para participar da caça de bugs, você deve criar uma conta para o Dynamics 365 ou Power Platform. Não é preciso assinar os serviços, tudo é feito usando o período de testes liberado gratuitamente pela Microsoft.

Captura de tela mostra o Dynamics 365, sistema de gestão da Microsoft
Dynamics 365 é um sistema de gestão da Microsoft, que permite criar espaços para diferentes equipes e ganhou integração com o Copilot (imagem: divulgação)

A criação de conta na Power Platform exige uma conta profissional ou de estudante, além de acesso à Azure. Ao configurar a conta, o usuário pode criar a plataforma de testes, na qual realizará as buscas por bugs e falhas de segurança.

A Microsoft pede que os interessados no programa de caça de bugs leiam a documentação do Dynamics 365. Com o Power Platform, a big tech pede a leitura da documentação e FAQ de segurança.

Em seu blog, a Microsoft explica que é possível um pagamento superior a US$ 30 mil. Isso depende da vontade da empresa, que avaliará a qualidade do relatório, impacto e gravidade da falha encontrada.

Fonte: Tecnoblog

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