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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Microsoft Research: modelos de IA ainda não são bons em corrigir bugs

Microsoft Research: modelos de IA ainda não são bons em corrigir bugs

O uso de inteligência artificial para geração de código no desenvolvimento de software já é realidade para numerosas organizações. Mas é preciso cautela com essa prática: um estudo da Microsoft Research aponta que os atuais modelos de IA não são bons em identificar códigos e erros de programação, isto é, bugs.

Em linhas gerais, as organizações que recorrem à IA generativa no desenvolvimento de software o fazem para executar projetos mais rapidamente e, claro, diminuir a necessidade de contratar pessoas para conduzir essas atividades.

Mas a Microsoft Research enfatiza que “a maioria dos desenvolvedores passa a maior parte do tempo depurando, e não escrevendo código”. É por isso que o uso de IA na programação precisa tratar a identificação e correção de erros como uma atribuição fundamental.

Para avaliar esse aspecto, os pesquisadores da Microsoft Research fizeram testes de depuração de software usando a ferramenta de benchmark SWE-bench Lite.

Os resultados mostraram resultados um tanto decepcionantes. O Claude 3.7 Sonnet, da Anthropic, apresentou a maior taxa média de sucesso: 48,4%. Já os modelos o1 e o3-mini, da OpenAI, registraram taxas de acerto de apenas 30,2% e 22,1%, respectivamente.

Taxas de sucesso em "debug" pelos LLMs testadas
Taxas de sucesso em “debug” pelos LLMs testadas (imagem ilustrativa: reprodução/Microsoft)

Os motivos são variados, mas os pesquisadores destacam as dificuldades dos modelos de IA testados em lidar com as ferramentas de depuração disponíveis. Há várias ferramentas para esse fim e elas podem ser usadas para problemas distintos, mas os modelos de IA não demostraram habilidades para fazer escolhas condizentes com cada tipo de problema.

Fonte: Tecnoblog

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