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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

MPF vai investigar políticas do WhatsApp e Telegram para combater fake news

MPF vai investigar políticas do WhatsApp e Telegram para combater fake news
WhatsApp (Imagem: Adem AY/Unsplash)
WhatsApp e Telegram (Imagem: Adem AY/Unsplash)

O Ministério Público Federal (MPF) vai investigar mensageiros e redes sociais para apurar suas políticas no combate às fake news. O inquérito aberto nesta segunda-feira (8) pede que WhatsApp, Telegram, Instagram, Facebook, Twitter, TikTok e YouTube expliquem de que forma atuam para identificar, remover e prevenir desinformação sobre saúde e política em suas plataformas.

De acordo com a ação, as empresas têm 10 dias para enviarem respostas aos questionamentos do MPF sobre as medidas adotadas no enfrentamento às notícias falsas.

A apuração tem como um dos principais focos as questões envolvendo saúde — que tiveram maior destaque durante a pandemia de COVID-19 —, mas os serviços também deverão responder sobre disparo em massa e uso de robôs, que foram protagonistas durante as últimas eleições, e são uma grande preocupação para 2022.

“Estes elementos de desinformação, quando disseminados em larga escala no ecossistema da internet, engendram cenários de ‘desordem informacional’ ou ‘caos informativo’, com potenciais efeitos danosos para a compreensão de certos fatos pela população, pertinentes à eficácia de ações de saúde pública, à proteção do meio ambiente e mesmo ao funcionamento das instituições democráticas do país”

Instagram, Facebook e Twitter (Imagem: dole777 / Unsplash)
Instagram, Facebook e Twitter (Imagem: dole777 / Unsplash)

O documento lista uma série de informações que devem ser passadas pelas empresas, incluindo dados sobre investimento em contratações de profissionais e desenvolvimento de políticas para detectar e acabar com a desinformação e violência digital no Brasil. A Meta (ex-Facebook), o Google e o Telegram devem fornecer à Justiça versões atualizadas sobre termos de moderação de conteúdo e relatórios de transparência para cada rede investigada.

O MPF também quer que as companhias revelem em detalhes quais são as parcerias, convênios e outras formas de relação com o poder público e a sociedade civil que cada produto mantém para combater fake news.

Fonte: Tecnoblog

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