O Clubhouse ainda existe — e vai demitir mais da metade dos funcionários

Nos primeiros meses de 2021, um novo app chamou a atenção, com suas salas de bate-papo apenas por áudio e participação de gente famosa, como Bill Gates e Elon Musk. Dois anos depois, o Clubhouse vai demitir mais da metade de seus funcionários para “resetar” a empresa.
O anúncio foi feito pelos co-fundadores do Clubhouse, Paul Davison e Rohan Seth. Eles dizem que ficou difícil se comunicar com a empresa inteira e fazer mudanças rápidas, já que os funcionários estão divididos em diferentes grupos de produto. Como o trabalho é remoto, o processo é ainda mais complicado.
“No fim das contas, é difícil coordenar as equipes, as pessoas se sentem bloqueadas por nós, e funcionários brilhantes e criativos ficam subutilizados”, escrevem Davison e Seth.
Segundo eles, não há pressão imediata para cortar custos — a empresa levantou US$ 300 milhões em investimentos, com um valuation de US$ 4 bilhões.
Mesmo assim, os co-fundadores querem eliminar cargos e ter um time menor e mais focado em produtos. Eles acreditam que, com menos funcionários, a empresa conseguirá desenvolver mais rápido a próxima evolução da rede social.
Não se sabe o número exato de demitidos. Ao site Axios, um porta-voz da empresa disse que o Clubhouse nunca passou de cem funcionários.
Fonte: Tecnoblog
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