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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Pentium e Celeron vão se aposentar: alguém vai sentir falta?

Pentium e Celeron vão se aposentar: alguém vai sentir falta?

Se faz parte dos preparativos para a 13ª geração de chips Core, a ser anunciada em breve, eu não sei. O fato é que, recentemente, a Intel tomou uma decisão que quase passou despercebida. As clássicas marcas Pentium e Celeron para notebooks deixarão de ser usadas a partir de 2023.

A decisão é surpreendente. As marcas Pentium e Celeron estão no mercado há muito tempo, portanto, são reconhecidas facilmente, até por usuários leigos. O primeiro Pentium surgiu em 1992 e chegou ao mercado no ano seguinte. O primeiro Celeron apareceu em 1998.

Por algum tempo, a família Pentium foi focada em desempenho, representando a principal linha de produtos da empresa. A família Celeron, por outro lado, sempre designou uma categoria secundária, digamos assim. Lembro até que alguns “fãs” do chip o chamavam de “Desaceleron”.

O primeiro Pentium surgiu em 1992 (imagem: Wikimedia/Konstantin Lanzet)
O primeiro Pentium surgiu em 1992 (imagem: Wikimedia/Konstantin Lanzet)

Mas há anos que as duas marcas são usadas pela Intel exclusivamente para identificar processadores de baixo custo. É por isso que, provavelmente, ninguém sentirá falta delas em laptops.

O motivo é óbvio. O desempenho que os atuais processadores Pentium e Celeron oferecem é modesto em relação à família Intel Core.

Para você ter ideia, na geração mais recente (12ª), ambas as linhas são formadas por chips Alder Lake-U com apenas um núcleo de performance e quatro de eficiência (para economia de energia).

Fonte: Tecnoblog

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