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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Polícia de SP inaugura laboratório de reconhecimento facial

Polícia de SP inaugura laboratório de reconhecimento facial

A Polícia Civil de São Paulo começou a usar seu novo sistema de reconhecimento facial em investigações. A instituição inaugurou na terça-feira (28) o Laboratório de Identificação Biométrica, no Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD).

O departamento usará os cerca de 30 milhões de registros biométricos de posse do governo de São Paulo para identificar suspeitos. O banco de dados é formado pro fotos e impressões digitais coletadas durante a emissão do RG no estado.

Na investigação, a Polícia Civil coletará imagens e impressões digitais em locais de crime e usará essas informações no novo sistema. A pesquisa levará a dez possíveis suspeitos, que terão seus dados analisados por um papiloscopista, especialista em impressões digitais.

“O reconhecimento facial não vai ser utilizado isoladamente como meio de prova”, explicou o delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes. “Nós vamos linkar a outros procedimentos da Polícia Civil e formar um conjunto que vai determinar se um sujeito, que é o suspeito, praticou um delito ou não”.

O sistema se junta ao chamado Sistema de Identificação Automatizada de Impressões Digitais, presente no estado desde 2014. Ambos são desenvolvidos pela holandesa Gemalto, que venceu em agosto de 2019 uma licitação para o reconhecimento facial no valor de R$ 5,1 milhões.

O Laboratório de Identificação Biométrica conta com 102 estações para pesquisa, uma sala de custódia para armazenamento de provas e áreas para tratamento de imagens e revelação de digitais nos objetos apreendidos nas áreas de crime.

Fonte: Tecnoblog

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