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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Ray tracing chega às placas GeForce GTX, mas desempenho decepciona

Ray tracing chega às placas GeForce GTX, mas desempenho decepciona

Em março, a Nvidia anunciou a compatibilidade do ray tracing (traçado de raios) com placas de vídeo GeForce GTX — até então, o recurso estava disponível somente na série GeForce RTX. Mas convém não se empolgar com essa novidade: testes mostram que, nas GPUs GTX, o ray tracing só dá conta de efeitos medianos (e olhe lá).

Nesta quinta-feira (11), a Nvidia liberou drivers com DXR (DirectX Raytracing) para permitir que placas GeForce GTX mais recentes sejam compatíveis com o ray tracing — basicamente, uma técnica que imita raios de luz do “mundo real” para gerar gráficos mais convincentes. Nesses modelos, os efeitos são executados pelos núcleos que lidam com shaders.

A Nvidia destaca, porém, que por contarem com os chamados núcleos RT (ou RT Cores), as placas GeForce RTX conseguem ter de duas a três vezes mais desempenho com o ray tracing do que a série GTX, afinal, o componente foi implementado justamente para lidar com traçado de raios.

Mas, nos jogos e benchmarks, as diferenças entre as duas séries podem ser muito maiores. Em um dos testes executados pela própria Nvidia, a linha GeForce RTX foi quase seis vezes superior à GTX.

Para ser mais específico, esse teste diz respeito ao 3DMark Port Royal para avaliação de reflexos e sombras avançadas. Nesse benchmark, uma GeForce RTX 2080 Ti conseguiu trabalhar com 53,3 fps (frames por segundo) em resolução de 2560×1440 pixels e recursos como ray tracing (óbvio) e DLSS (técnica para dar contornos mais definidos aos objetos) ativados.

3DMark Port Royal

Enquanto isso, uma GeForce GTX 1080 Ti fazendo o mesmo teste, com traçado de raios ativado, mas sem DLSS (por falta de compatibilidade), registrou apenas 9,2 fps. Em um jogo, uma taxa de frames como essa é simplesmente inviável.

Fonte: Tecnoblog

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