Cybercode
tecnoblog
tecnoblog
Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Shopee, AliExpress e Rua 25 de Março constam em lista de pirataria dos EUA

Shopee, AliExpress e Rua 25 de Março constam em lista de pirataria dos EUA

O Escritório Representante de Comércio dos Estados Unidos, ligado ao Gabinete Executivo da Presidência, divulgou a Notorius Market List (NML), ou Lista de Mercados Notórios, em tradução livre. O documento reúne mercados e domínios com maior incidência de pirataria, dentre eles a Shopee e o AliExpress. A NML inclui ainda a Rua 25 de março, citada como um dos maiores “mercados de contrafeitos do Brasil e da América Latina”.

A NML é produzida todos os anos pelo governo dos EUA como uma classificação dos mercados e empresas suspeitos de praticarem, facilitarem, ignorarem beneficiarem a pirataria ou o contrabando. Isso inclui sites piratas como 1337x e The Pirate Bay, por exemplo. Mas e-commerces também aparecem na lista.

Dentre as lojas virtuais listadas, estão Shopee e AliExpress, que vêm crescendo no Brasil e alcançando o patamar de concorrentes como Amazon, Americanas e Magalu. Recentemente, noticiamos que bilionários das empresas brasileiras querem que compras ilegais de marketplaces sejam taxadas pelo governo brasileiro.

Na lista do Escritório Representante de Comércio, a Shopee é descrita como uma plataforma onde se encontra um “nível muito alto” de itens contrafeitos sendo vendidos. Isso inclui os sites da varejista na América Latina, na Europa e no sudeste da Ásia — com exceção da loja virtual em Taiwan.

Há ainda uma crítica ao processo da Shopee para derrubar produtos acusados de serem piratas da plataforma. Detentores dos direitos de propriedade sobre essas mercadorias dizem que o procedimento é “lento, descentralizado, penoso” e, em última instância, “ineficiente”.

Além disso, empresas norte-americanas afirmam que a Shopee não criou um “ambiente” propício para que vendedores deixem de vender produtos piratas. O motivo seria a falta de punições mais assertivas da varejista contra lojistas suspeitos. A falta de cooperação com companhias também é vista como um problema.

Fonte: Tecnoblog

Publicidade