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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Teste de velocidade de internet Simet ganha nova versão

Teste de velocidade de internet Simet ganha nova versão
Captura de tela da plataforma Simet
Novo site do Simet aposta em mais ferramentas educativas (imagem: reprodução/NIC.br)

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) lançou uma nova versão do teste de velocidade de internet Simet, originalmente lançado em 2011. O novo medidor vai além dos números de download e upload, explicando ao usuário se a conexão é suficiente para tarefas como trabalho e entretenimento.

O NIC.br é o braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), uma entidade sem fins lucrativos que coordena e integra as iniciativas de serviços de internet no país. É o mesmo órgão responsável, por exemplo, pelo registro de domínios terminados em “.br” e pelos Pontos de Troca de Tráfego (IX.br) que garantem a infraestrutura da rede nacional.

Ao contrário dos velocímetros tradicionais, que destacam apenas as taxas de download e upload, o novo Simet foca na “tradução” desses dados para o cotidiano.

O sistema cruza as métricas técnicas (como latência, jitter e perda de pacotes) com os requisitos reais de diferentes aplicações. Após o levantamento, o sistema informa se a rede está adequada para trabalho remoto, educação a distância (EAD), jogos online ou streaming de vídeo.

Capturas de tela do app do Simet para iPhone
Simet demonstra se velocidade é útil para diversas atividades (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Além do diagnóstico instantâneo, a ferramenta permite que o usuário acompanhe a evolução da qualidade da sua conexão ao longo do tempo. É possível salvar os resultados e comparar o desempenho em diferentes locais, como “casa”, “trabalho” ou “faculdade”, criando um registro histórico que pode ajudar na identificação de problemas.

A atualização também ampliou o suporte do medidor. A ferramenta está disponível para navegador web e em apps nativos para dispositivos móveis (iPhone/iOS e Android) e computadores (Windows, macOS e Linux).

Fonte: Tecnoblog

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