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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

TikTok, YouTube e Facebook removem posts ligados a QAnon

TikTok, YouTube e Facebook removem posts ligados a QAnon

Algumas das principais redes sociais estão adotando medidas mais rígidas para reduzir o alcance da teoria da conspiração QAnon. É o caso de TikTok, YouTube e Facebook, que passaram a enquadrar o assunto em suas regras contra desinformação, levando à remoção de posts e contas, bem como à limitação das buscas e do uso de hashtags.

A teoria da conspiração QAnon teve início em outubro de 2017 em um fórum do 4chan após um usuário anônimo conhecido como Q publicar acusações sobre um suposto esquema de pedofilia entre políticos do Partido Democrata e celebridades. Nessa narrativa, o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, teria sido escolhido por um exército secreto para combater os governantes ocultos do mundo envolvidos nesse esquema.

A teoria já tem algum impacto no Brasil, com afirmações infundadas de que o presidente Jair Bolsonaro também seria um dos escolhidos, ainda que não seja citado na versão original.

O TikTok afirma que está banindo contas que compartilham conteúdos sobre QAnon em novos esforços para limitar o alcance da teoria da conspiração. Até então, a rede social permitia que os usuários compartilhassem vídeos sobre o tema e agia somente para impedir as buscas por palavras e hashtags relacionadas ao assunto.

Essas pesquisas não levam a qualquer resultado e mostram um aviso de que os termos podem estar associados a comportamento que viola suas diretrizes e que sua principal prioridade é “promover uma experiência segura e positiva”.

“O conteúdo e as contas que promovem QAnon violam nossa política sobre desinformação e nós os removemos de nossa plataforma”, afirmou o TikTok à NPR. “Também tomamos medidas significativas para tornar esse conteúdo mais difícil de ser encontrado em pesquisas e hashtags, redirecionando os termos associados às nossas Diretrizes da Comunidade”.

Fonte: Tecnoblog

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