TIM quer roaming obrigatório nas estradas; Vivo se diz preocupada

A Anatel encerrou a tomada de subsídios para reavaliar as regras do serviço de roaming, em que usuários de determinada operadora podem utilizar as redes de concorrentes. As operadoras contribuíram com suas sugestões, e a TIM defendeu que as teles fossem obrigadas a abrir o roaming em estradas e rodovias.
A TIM foi uma das operadoras que participou da tomada de subsídios n° 25, e defendeu que a necessidade de instrumentos de política pública que assegurem a abertura das redes 4G para terceiros, e que as operadoras disponibilizem o acesso aos seus clientes via roaming nos trechos sem cobertura própria.
De acordo com a operadora, essas ações são “fundamentais” para garantir a cobertura abrangente em áreas remotas, rodovias e localidades com menos de 30 mil habitantes.
Para a TIM, o roaming tem vantagem na “rapidez na implementação e simplicidade na operação e governança”, além de ter menor custo de implementação em comparação com outras soluções, como o RAN Sharing.
Atualmente, as operadoras são obrigadas a abrir suas redes em roaming nos municípios com menos de 30 mil habitantes. Isso não significa, no entanto, que o serviço celular estará disponível nessas localidades para usuários de todas as teles, visto que a tele sem cobertura não é obrigada a contratar a concorrente e oferecer serviço nessas localidades.

Além da TIM, outras entidades também sugeriram o roaming obrigatório. A Transatel, que atua como MVNO e serviços de Internet das Coisas, defende a abertura de redes em rodovias federais em todas as tecnologias atualmente implementadas e futuras, como 2G, 3G, 4G e 5G.
Fonte: Tecnoblog
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