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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Twitter proíbe anúncios políticos e Facebook decide mantê-los

Twitter proíbe anúncios políticos e Facebook decide mantê-los

A eleição presidencial nos Estados Unidos ocorrerá apenas em novembro de 2020, mas as redes sociais já indicam como vão se posicionar. O Twitter, por exemplo, proibirá anúncios políticos de quem já está eleito, de quem só é candidato e de organizações.

Segundo o executivo, uma mensagem ganha alcance quando as pessoas decidem seguir a conta que a publicou ou compartilhar o conteúdo. “Pagar por alcance remove essa decisão, forçando mensagens políticas altamente otimizadas e direcionadas às pessoas. Acreditamos que essa decisão não deve ser comprometida por dinheiro”.

“Por exemplo, não é aceitável dizer: ‘Estamos trabalhando duro para impedir que as pessoas usem nossos sistemas para espalhar informações enganosas, mas se alguém nos pagar para segmentar e forçar as pessoas a ver seu anúncio político… bem… eles podem dizer o que quiserem'”, publicou.

“Não se trata de liberdade de expressão”, completou Dorsey. “Trata-se de pagar pelo alcance. “E pagar para aumentar o alcance do discurso político tem ramificações significativas que a infraestrutura democrática de hoje pode não estar preparada para lidar”.

Em conferência com acionistas realizada minutos depois da sequência de tweets, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, também tratou de anúncios políticos e liberdade de expressão. Para ele, porém, as publicações pagas por candidatos devem ser mantidas.

Ele disse não concordar com os motivos que críticos apontam para o Facebook não proibir os anúncios políticos. “Algumas pessoas nos acusam de permitir esse discurso porque pensam que tudo o que nos importa é ganhar dinheiro. Isto é errado”, afirmou.

Fonte: Tecnoblog

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