
Desde janeiro de 2026, a fiscalização sobre veículos elétricos de duas rodas se tornou mais rigorosa com a vigência plena das novas regras do Contran (Conselho Nacional de Trânsito). A principal mudança não está nas ciclovias, mas na classificação técnica dos equipamentos.
A confusão é comum porque muitas lojas utilizam o termo genérico “bicicleta elétrica” para vender qualquer veículo de duas rodas com bateria. No entanto, para a lei, o nome comercial não importa. O que define se você precisa de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e emplacamento é o equipamento: a presença de acelerador e a potência do motor.
Se você quer evitar ter seu veículo apreendido, entenda abaixo as categorias definitivas.
A regra de ouro da Resolução 996/2023 é excludente: se o veículo possui acelerador manual, ele NÃO é uma bicicleta elétrica.
Mesmo que tenha pedais e pareça uma bicicleta, a presença de um gatilho ou manopla que permita acelerar sem pedalar desclassifica o veículo da categoria de isenção total. Se tem acelerador, ele automaticamente se enquadra como autopropelido ou ciclomotor, dependendo das dimensões e velocidade.
É o veículo de pedal assistido. O motor funciona apenas como um auxiliar da força humana.
Entre para comentar.