
Há alguns anos, havia uma dúvida sobre qual a alternativa mais limpa para substituir os carros tradicionais: os elétricos ou os veículos com célula de hidrogênio?
Hoje, podemos dizer que os EVs venceram essa corrida – praticamente todas as marcas ou já possuem ou planejam lançamentos nesses padrões. Por outro lado, são poucas as montadoras que ainda investem na segunda opção, como as japonesas Toyota e Honda.
E a aposta da maioria se mostrou mais acertada. É o que revela um novo estudo do Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT, na sigla em Inglês).
Os pesquisadores fizeram uma comparação entre os mais variados tipos de veículos e chegaram à conclusão que os elétricos puros são, de fato, os que menos emitem gases nocivos ao meio ambiente.
Essa constatação é importante, mas não foi o que mais chamou a atenção nesse artigo. O que surpreendeu mesmo foi a conclusão de que os carros movidos a hidrogênio são mais “sujos” do que imaginávamos.
Vale destacar que a origem do “combustível” também importa para os carros elétricos. Agora, a questão dos EVs é que, na União Europeia, uma grande parte da eletricidade já provém de fontes como a nuclear, a solar, a eólica e a hidrelétrica. Ou seja, são fontes limpas. E é por isso os números foram tão superiores no gráfico acima.
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