AdoroCinema francês: Os destaques do Festival Varilux 2016

Evento acontece entre os dias 8 e 22 de junho e passa por 50 cidades brasileiras.
Começa nesta quarta-feira, 8 de junho, a edição 2016 do Festival Varilux de Cinema Francês. Ao longo de 15 dias, o evento irá contar com oficinas, debates, sessões educativas, filmes inéditos e clássicos. Apoiador do festival, o AdoroCinema decidiu destacar quais as produções serão exibidas no evento.
O Varilux passará por 50 cidades brasileiras, levando 15 filmes inéditos e um clássico da cinematografia da França. Veja o que será exibido no festival:
Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original e Melhor Filme Estrangeiro, do Globo de Ouro de Melhor Atriz e da Palma de Ouro do Festival de Cannes, o longa é um dos maiores ícones da Nouvelle Vague. Dirigido por Claude Lelouch, o filme conta a história de um homem (Jean-Louis Trintignant) e uma mulher (Anouk Aimée) que se conhecem numa tarde de domingo, enquanto visitam os filhos num colégio interno. Viúvos, eles vão se descobrindo cada vez mais a cada novo final de semana.
Ganhadora do prêmio Cristal no Festival de Annecy, a animação é uma coprodução entre França, Bélgica e Canadá que aborda as aventuras da jovem Abril em busca de seus pais. Ela conta com a companhia de um gato falante, Darwin, e de um jovem vigarista. Trata-se de uma adaptação de cultuados quadrinhos de Jacques Tardi. A trama se passa em uma Paris estagnada no tempo, em que cientistas começam a desaparecer misteriosamente.
O drama histórico dirigido por Anne Fontaine (Coco Antes de Chanel) se passa durante o fim da Segunda Guerra Mundial, na Polônia. Retrata a rotina da enfermeira francesa Mathilde (Lou de Laâge) que tem como responsabilidade cuidar dos soldados e feridos franceses. Ao descobrir que um convento na região foi atacado e que várias freiras acabaram estupradas e grávidas, a enfermeira decide trata-las, mesmo contra suas vontades, afinal as freiras se sentem culpadas por violarem seus celibatos. "Agnus Dei é um filme de luzes frias, enquadramentos clássicos e estáticos, ritmo contemplativo. Não há um único floreio estético, nenhum recurso melodramático. A abordagem é certamente humanista, pela compaixão em relação aos personagens e pela possibilidade otimista de aproximação entre eles", destaca a crítica do AdoroCinema.
Entre para comentar.