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Cinema · · 2 min de leitura ·

The 100: Henry Ian Cusick fala sobre Lost, paixão pela ficção científica e futuro de Marcus Kane (Entrevista)

The 100: Henry Ian Cusick fala sobre Lost, paixão pela ficção científica e futuro de Marcus Kane (Entrevista)




Após conferir as entrevistas com Eliza Taylor, Marie Avgeropoulos e Lindsey Morgan, chegou a hora de ver como foi nosso bate-papo com Henry Ian Cusick. Conhecido pelo papel de Desmond "I'll see ya in another life, brother" Hume, em Lost, o ator vive Marcus Kane em The 100. Ele falou um pouco sobre a série e o futuro de seu personagem, destacou sua origem latina-americana, o interesse pela ficção científica e muito mais.

A quarta temporada de The 100 estreou na última quarta, nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pela Warner e voltará no próximo mês de abril.

Talvez. Nós vamos descobrir isso no início da temporada. Há definitivamente um vácuo no poder dentro da Skaikru e isso precisa ser resolvido.

Desde que ele chegou à Terra, ele certamente amadureceu, ele mudou. Quando ele percebeu que a Terra era habitável, também percebeu que tudo no que acreditava estava errado. Então ele passou por uma espécie de crise de confiança. Ele precisou se adaptar muito rapidamente. Ele muda, aprende e amadurece. Ele aprende a ouvir. Agora, ele é um Kane mais aberto, mais gentil, que busca a paz e uma maneira de sobreviver com os Terra-Firmes. É um Kane muito mais diplomático, que busca soluções pacíficas e estou muito feliz de poder interpretar um personagem assim. Nossa série estava se tornando muito sombria, então eu acho que é muito bom ter um personagem que mostra que não tem problema ser pacífico e bom. Acho que foi uma resposta maior do que o que você esperava, mas enfim.

The 100 é uma série adolescente com temas maduros e complexos. Como você se vê nesse processo?

Como ator, eu sempre me pergunto qual é o meu papel e o que a série quer dizer, isso é importante para mim. Acho que a quarta temporada trabalha várias preocupações que eu tinha em relação à série, de não ser uma produção sanguinária só por ser. Por alguma razão todos gostamos de ver a cabeça de um personagem explodir e eu não sei por quê. Então, eu acho que a série tem um outro lado que nós precisamos abordar. Eu tenho filhos, agora eles até estão mais velhos, mas eu me preocupo com os projetos nos quais participo, nas coisas que transmito.

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