
Desde meados de 2020, o Pentágono vem falando abertamente sobre episódios de “encontros estranhos” de pilotos da Força Aérea americana com “fenômenos aéreos não identificados” – um novo termo para os populares OVNIs (objetos voadores não identificados) ou UFOs, na sigla em inglês. Entretanto, nenhum relato oficialmente fala em vida extraterrestre ou tecnologia alienígena, limitando-se a dar explicações bem terrenas para ocasiões até então inexplicáveis.
Eis que entra Luis Elizondo, ex-oficial de inteligência do Pentágono e autointitulado “informante” desde que saiu do órgão, contrariando versões oficiais, mas sem dizer muita coisa sobre coisa. Em uma entrevista à reivsta norte-americana GQ, porém, o “especialista” diz que há bem mais do que o governo quer deixar escapar sobre o assunto.
“Eu preciso ter cuidado, não posso falar de nada muito específico, mas imagine que você recebeu um relatório de um piloto que diz ‘Ei, isso é estranho. eu estava voando e me aproximei desse ‘treco’ [sic] e, depois, cheguei em casa e parecia que eu tinha me queimado no Sol. Eu fiquei vermelho por quatro dias ‘”, contou Elizondo à revista.
“Bem”, ele continuou, “isso é sinal de radiação. Não é uma queimadura de Sol, é uma queimadura de radiação”.
Elizondo foi até mais longe. Na entrevista, ele chegou a sugerir até mesmo distorções temporais nas interações de pilotos com UFOs, afirmando ainda que existem muitos outros materiais que os vídeos divulgados publicamente pelo Pentágono. “Quanto mais perto você estiver de um desses objetos, mais você passará a experimentar mudanças de tempo e espaço relativas ao veículo e ao ambiente”, ele disse à GQ.
“Tem vários vídeos lá [com o Pentágono/governo] — tem um com 23 minutos de duração. Outro mostra um objeto a 15 metros do piloto”, disse o ex-oficial, afirmando em seguida que “nós [presumidamente, ele e sua empresa de entretenimento – mais sobre isso abaixo] vamos divulgar materiais que pertencem a outros países, mostrando que uma boa parcela do que os governos ‘escondem’ não pertence necessariamente aos EUA“.
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