Julia Monteiro
Julia Monteiro
Veiculos e Tecnologia · 7 de junho de 2019 · 2 min de leitura ·

Aska: um carro voador que pode leva-lo para trabalhar a partir de 2025

Aska: um carro voador que pode leva-lo para trabalhar a partir de 2025

O Aaka é um carro duplo, capaz de andar pelas estradas e, literalmente, voar para escapar de engarrafamentos. Depois de trabalhar no projeto por dois anos, a startup NFT revelará o modelo em uma conferência israelense na segunda-feira (10/6). Mas o site CNET já conseguiu imagens exclusivas do veículo e os planos da empresa para testa-lo em 2020 e comercializa-lo em 2025. 

O Aska – que em japonês significa “pássaro voador” – será do tamanho de um SUV e quando estiver na estrada vai comportar três passageiros, disse o presidente-executivo da NFT, Maki Kaplinsky. Para abrir suas assas e voar, os passageiros dirigirão veículo para uma área aberta de tamanho próximo de um estacionamento, para que o mesmo possa acionar suas asas. Lá, ele irá decolar verticalmente e voará de forma autônoma por por até 150 milhas (240 km) – e nenhum piloto será necessário. Então ele descerá para outro espaço aberto e o usuário poderá dirigir até o destino. 

Construir um carro voador não vem sendo uma tarefa fácil. Já se passaram quase 80 anos desde que o lendário Henry Ford escreveu em 1940: “Marque minha palavra: uma combinação de avião e automóvel está chegando “. Mas uma série de regulamentações, que varia de país para país, além de, é claro, a dificuldade em desenvolver um veiculo confiável do gênero, faz com que a missão ainda possa demorar muitos anos para se tornar possível.

“Com a crescente popularidade de pequenos veículos aéreos não tripulados, ou drones, e regulamentações cada vez mais apoiando seu uso comercial, os drones de passageiros e carros voadores parecem estar se aproximando da realidade”, disse a consultoria Deloitte em um relatório de 2018.

Modelos futurísticos como esse, à primeira vista, parecem ser um sonho de consumo. Porém, na prática, a situação pode ser mais complicada. Considerando que você peça um Uber até a pista de decolagem, voe com o Aska e por fim, peça mais um Uber até o destino final, o gasto de tempo será equivalente ao de apenas pegar o veículo tradicional e ir. 

Contudo, Maki Kaplinksy acredita na capacidade do Aska. “Temos a maneira mais eficiente e confortável de se locomover para o futuro”.

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