
Uma técnica chamada “percepção certificável” criada por um estudante do MIT (Massachusetts Institute of Technology) pretende fazer com que os carros autônomos evitem acidentes ao perceber quando estão falhando. E evitar assim acidentes relacionados à tecnologia autônoma.
O objetivo dos desenvolvedores é fazer com que o motorista receba um alerta do veículo para assumir o volante se o sistema de percepção falhar. Dito de outra forma: a inteligência artificial dos veículos pode salvar vidas ao criar, vamos dizer, um senso de humildade. Que percebam que estão errando e peçam ajuda ao humano.
A premissa é que os sistemas robóticos projetados para interpretar seus arredores (como os sistemas implementados em carros sem motorista) usam algoritmos para fazer estimativas. Porém, não há como estabelecer se essas estimativas foram corretas ou não.
“Esses algoritmos de percepção são projetados para serem rápidos, com pouca garantia de que o robô tenha conseguido obter uma compreensão correta do que está ao seu redor”, diz Hang “Hank” Yang, estudante de graduação do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e líder do projeto.
Nesses casos, uma certificação seria útil. Com ela, seria possível ajudar a proteger a próxima geração de veículos autônomos, além dos veículos com os quais eles compartilham a estrada.
Um carro que dirige sozinho tira fotos (2D) de um carro que se aproxima, por exemplo. As imagens passam por um sistema de aprendizado de máquina chamado rede neural, que gera pontos-chave dentro da imagem sobre os espelhos, rodas, portas dos carros que se aproximam, etc.
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