
Weltmeister Motor é o nome, mas é tão alemão quanto a cerveja German Haren Calder feita em Hong Kong. A startup chinesa, criada em 2018 para fabricar carros elétricos em conta, já produz quatro modelos. E, agora, com seu quinto, tem grandes ambições: um carro (eventualmente) 100% autônomo, que dispensa motorista.
O M7 é equipado para ter um nível 5 de autonomia. Esse é o Santo Graal, o maior de todos os níveis: um carro que nunca precisa de gente no volante. A própria Tesla, apesar de, não sem controvérsia, chamar seu sistema de Full Self Driving (“Autodireção Completa”) ainda só atinge o 2: o motorista não pode largar o volante nunca.
Em tese, um carro assim nem precisa de volante ou pedais, ainda que provavelmente os fabricantes vão deixar essa opção para carros particulares.
O M7 vem com tudo porque, enfim, ainda não é um carro autônomo – ninguém conseguiu até hoje ter aprovado pra botar na rua um sistema que realmente possa fazer tudo de forma mais segura que um humano dirigindo, em qualquer lugar e qualquer condição.
Mas o MT tem 32 sensores para torná-lo um carro autônomo. São três “radares a laser” (LiDAR), 12 sensores por ultrassom, 4 câmeras de 360 graus, e um módulo de GPS de alta precisão. Gerindo isso está o chipset Nvidia’s Driv Orin-X, que já é usado por outras montadoras como Volvo e Nio. Esse poderá, um dia, acredita a GM Motors, receber software para autonomia total.
O M7 também conta com muito respeitáveis 700 km de autonomia. Deve estrear ano que vem em sua terra natal.
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