
Comparado aos oceanos sob o ponto de vista de poucas descobertas até o momento, o cérebro humano ainda é uma incógnita que intriga as mentes mais fantásticas desse planeta. Há tantos mistérios dentro das nossas conexões neurais que façanhas científicas podem nos levar para mundos jamais imaginados. Que tal dormir sob o aconchego do seu edredom e, de repente, acordar em Marte. Missão impossível? Para a física quântica, nem tanto! Aliás, é um desafio que integra a rotina de estímulos que o físico Michio Kaku impõe aos seus alunos: o vislumbre de sentir a mente de Deus ou a energia cósmica por meio da onda quântica.
Respeitado no cenário da ciência mundial, Kaku é um visionário e sempre acompanhou a busca por respostas que fazem parte do todo, do cosmo e de toda a nossa insignificância diante de uma energia muito maior.
O que ele sugere? Há uma probabilidade pequena, minúscula, tão instigante quanto a teoria da relatividade conduziu aos maiores anseios de Albert Einstein por respostas ditas insanas em uma época em que poucos davam crédito ao que realmente estava sendo comprovado cientificamente falando. E agora, sabe o que mais instiga o físico Michio Kaku? A possibilidade de que a onda quântica existente no universo seja um túnel conduzido por meio do espaço/tempo com a força de levar qualquer ser humano à Marte.
De acordo com Michio Kaku, que publica artigos rotineiramente no “The New York Times”, a maluquez pode ser a grande resposta para uma descoberta incrível: é possível surfar diante dessa bolha que explodiu há 13,8 bilhões de anos, sentindo as energias que compõem o todo.
Segundo Kaku, a teoria quântica é baseada no que é conhecido como princípio da incerteza de Heisenberg, permitindo uma pequena probabilidade de que possamos existir mesmo em lugares distantes. Está vendo Marte emanando uma luz noite sim, noite não? Pois saiba que você pode estar lá!
Dentro do princípio da física quântica, “há uma probabilidade pequena, mas calculável, de que nossa onda quântica faça um túnel através do espaço-tempo e termine lá”.
Entre para comentar.