Julia Monteiro
Julia Monteiro
Veiculos e Tecnologia · 25 de março de 2022 · 2 min de leitura ·

Mísseis atingem instalações da Aramco a 10 km de Jedá, sede do GP da Arábia Saudita de Fórmula 1

Mísseis atingem instalações da Aramco a 10 km de Jedá, sede do GP da Arábia Saudita de Fórmula 1

Mísseis atingiram nesta sexta-feira (25) as instalações da petrolífera Aramco a 10 km do circuito de Jedá, que sedia neste fim de semana o GP da Arábia Saudita de Fórmula 1. O ataque, assumido pelo movimento houthi do Iêmen, se deu pouco antes do primeiro treino livre para a corrida, a segunda a ser disputada neste ano na categoria.

Os organizadores da etapa no Oriente Médio já monitoravam a situação ao longo da semana. Ainda no domingo (20), o grupo houthi lançou um ataque com drones à mesma planta de distribuição da Aramco, mas este foi controlado, de pequeno alcance e não deixou feridos.

Desta vez, segundo informações da agência Reuters, o ataque deixou um rastro de fumaça preta sobre a cidade, localizada às margens do Mar Vermelho, o suficiente para ser vista do autódromo em que acontece o GP da Arábia. A Aramco, vale lembrar, também é uma das principais empresas que financiam o Mundial de Fórmula 1, além de ser a patrocinadora master da Aston Martin, equipe que voltou à categoria no ano passado.

BREAKING: Houthi missile hits Aramco oil facility in Jeddah, Saudi Arabia pic.twitter.com/0TnMQ7s76Q

O ataque à planta próxima de Jedá atrasou os treinos para a etapa saudita, que acontece neste domingo (27). De acordo com o governo local, não houve feridos, embora a interceptação tenha atingido uma usina de distribuição de energia na cidade.

Apesar do episódio, a Fórmula 1 confirmou a continuação do evento. Os pilotos que não estiverem à vontade para seguir no país, no entanto, podem se retirar deste fim de semana. Uma reunião entre os esportistas acontecerá no início do sábado (26), antes dos treinos oficiais, para definir a situação.

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