
Foi só um dia com ele. A BMW, como a gente dizia na 5a série, foi regulada com o acesso a seu novo elétrico de luxo, o iX, oferecido na versão mais potente disponível agora, o XDrive 50 (ainda virá a 60).
O iX é a ideia da BMW para o futuro, e demonstra. É difícil achar defeito num carro de quase R$ 800 mil que entrega o investimento (achei dois). Luxo é algo subjetivo, mas dá para dizer quase com certeza que é o elétrico mais luxuoso sendo vendido em concessionárias do Brasil neste momento.
Antes de chegar no luxo, o essencial: é um SUV de 4,95 m de comprimento, e, 1,69 m de altura e 1,96 m de largura (para ficar mais fácil de lembrar: 5 metros, por 1,70 e 2) e 2,5 toneladas. Grande para um carro em geral, mas considerado um crossover médio no espaçoso mundo dos SUVs.
O design transmite uma massiva opulência, algo que você pode considerar virtude ou defeito. Pessoalmente, quando eu vi o BMW iX pela primeira vez, parado numa demonstração, não gostei do design. Pareceu que pendia demais para esse lado vultoso, monolítico, e a grade em particular pareceu “na sua cara” demais. Era um exemplar em vermelho.
Mas, vendo a versão que me foi cedida, em azul escuro, e (não sei se isso influencia) dirigindo, pareceu bem mais elegante. Eu geralmente sou fã de cores vivas, mas a cor fria parece ter sido bem mais favorável à figura do BMW iX.
A pseudo-grade, aliás, é orgulhosamente em plástico, para ninguém esquecer que é um elétrico. E tem a primeira tecnologia a ser lembrada: ela se autorregenera de pequenos danos, como riscos e impactos de pedrinhas. Faz isso através do calor, sozinha com o tempo, mas você pode usar um proverbial secador de cabelos para agilizar o processo.
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