
Na próxima segunda-feira (29), o megafoguete Sistema de Lançamento Espacial (SLS), finalmente, vai decolar em direção à Lua, levando no topo a cápsula Orion, que irá circundar nosso satélite natural em uma missão teste não tripulada que representa a estreia do programa Artemis, da NASA.
Como se sabe, esse programa visa levar a humanidade de volta à Lua, mais de meio século depois da última vez que estivemos por lá, por meio das missões Apollo. O Olhar Digital já abordou as diferenças entre os dois programas (você pode conferir aqui), e a principal delas é que, desta vez, o objetivo é consolidar uma “segunda morada” para a espécie humana, com uma base fixa de exploração do espaço profundo.
Isso significa estabelecer uma presença humana sustentável na Lua e ao redor dela, desenvolvendo a infraestrutura que nos permitirá avançar ainda mais no Sistema Solar.
Se tudo correr como o planejado, essa instalação que se pretende assentar em solo lunar fará da Lua um verdadeiro trampolim para outros ambientes celestes. E o primeiro alvo é Marte.
Por meio da missão Artemis 1, a cápsula Orion será enviada mais longe no espaço do que qualquer veículo destinado a humanos já viajou antes – já que não vai simplesmente “estacionar” na Lua, como faziam os módulos de pouso do programa Apollo.
Em vez disso, a espaçonave usará a influência gravitacional lunar para se impulsionar mais fundo no espaço, estabelecendo-se em uma órbita a cerca de 64 mil km do nosso satélite natural.
Entre para comentar.