
Uma dúvida ainda comum na hora de comprar um carro é a escolha entre um modelo com câmbio automático ou manual. O primeiro, apesar de cada vez mais comum e prático de usar no dia a dia, ainda afasta alguns compradores pelos custos de manutenção.
O sistema de transmissão é quem leva a energia do motor até as rodas, sem ele o carro sequer anda. No caso do manual, o mais comum no Brasil, normalmente temos 5 marchas e a ré:
Para trocar de marcha, o condutor pisa na embreagem antes de movimentar a alavanca de câmbio. Em contrapartida, o automático utiliza mecanismos eletrônicos para fazer isso.
Alguns possuem 6 marchas ou mais e os seguintes comandos de direção: N (neutro), P (parado), D (que permite avançar com o carro) e R (ré).
Como dispensa a embreagem, o câmbio automático é mais confortável de guiar e permite ficar com o pé esquerdo livre. Ainda assim, o manual é ideal para quem gosta de “sentir o carro na mão” e levar as marchas até o limite para aproveitar toda a potência do motor.
Apesar dos avanços, o sistema automático, apesar de mais durável, tem manutenção é mais cara em virtude da complexidade da tecnologia envolvida.
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